segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Jogar sem a cabeça dá mau resultado

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Sem ver. Zambujo e Victor Silva disputam a bola com os olhos fechados

Azuis até quizeram ganhar mas só a vontade não é suficiente
Belenenses e Portimonense estão pressionados na classificação. Mais até os algarvios que, talvez por isso, entraram no Restelo com atitude ganhadora. A primeira parte pertenceu à equipa de Lázaro Oliveira, com interessantes iniciativas ofensivas, que culminaram no golo de Victor Gonçalves, aos 22, após cruzamento bem medido de Zambujo.

Ouviram-se assobios para os azuis. Pressionados, os homens da casa partiram então à procura do empate, valendo-se muito das iniciativas de Miguel Rosa, que até dispôs de um bom remate, que saiu ao lado (38). Respondeu o Portimonense, por Robson, mas não teve sorte (38 e depois aos 45). Acabou por ser a equipa da casa a empatar em cima do intervalo sem merecer, por intermédio de Rodrigo António, de cabeça, após livre de Miguel Rosa e assistência de Léo Kanu.

A segunda metade foi completamente diferente. Houve mais Belenenses, à procura de se colocar em vantagem, mas tentou fazê-lo sem pensar, à custa da emoção. Quando é assim, raramente as coisas saem bem. Era um futebol pouco ligado, diante de um adversário que, a certa altura, já só se preocupava em segurar o empate, atacando só pela certa.

Houve uma clara oportunidade para cada lado, embora o domínio territorial tenha pertencido aos locais. Aos 52, Rúben "rouba" um golo feito a Rui Varela e, pouco depois (57), Robson remata com violência à trave de Paulo César. Aos 79 aconteceu o caso do jogo: cruzamento da direita do ataque do Belenenses, Victor Silva rematou à baliza, mas o lance já estava invalidado pelo auxiliar de António Gralha, por fora-de-jogo. Benefício da dúvida para o árbitro, num jogo com resultado justo.
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