sexta-feira, 16 de maio de 2014

I Liga/Balanço: Belenenses superou "sobressaltos" e manteve-se na elite

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O Belenenses encerrou a época de regresso à I Liga com a desejada permanência entre os "grandes" do futebol nacional, alcançando o objetivo na última jornada, sob o comando de um homem da "casa".

Depois de uma época 2012/13 a todos os níveis brilhante, durante a qual alcançou a subida de divisão, após três anos na II Liga, o histórico clube lisboeta teve de "sofrer" até à última ronda, para alcançar uma tranquilidade que muitas vezes esteve em risco.

O triunfo caseiro sobre o Arouca (1-0) fechou uma temporada bastante sinuosa, que começou com quatro derrotas consecutivas, nas primeiras jornadas da prova, então ainda sob o comando de Mitchell van der Gaag, o principal obreiro da subida à I Liga.

De resto, o holandês estaria na origem do primeiro "sobressalto" da época, aquando da primeira vitória, à quinta jornada, diante do Marítimo. O treinador viu-se obrigado a abandonar o banco, devido a problemas cardíacos, o que levou a SAD a recrutar o então treinador dos juniores, Marco Paulo.

A estreia do antigo jogador dos "azuis" saldou-se num empate no reduto do Benfica (1-1), antes de mais três jogos sem derrotas, um dos quais na receção ao FC Porto, ficando a ideia de que o clube de Belém estava em recuperação.

Contudo, nos 14 jogos seguintes, o Belenenses apenas venceu uma partida, frente ao Sporting de Braga, num desempenho que o levaria até aos últimos lugares. A derrota caseira diante do Vitória de Setúbal, à 23.ª jornada, deixou o conjunto do Restelo em igualdade pontual com o "lanterna vermelha", Olhanense, situação que levou à saída de Marco Paulo.

Com sete jornadas por disputar e com a luta pela manutenção praticamente reduzida a três equipas, foi outro "homem da casa", o angolano Lito Vidigal, a tomar as "rédeas" da equipa, antevendo, desde logo, que a luta pela manutenção só ficaria definida "no último segundo da última jornada".

Depois de uma derrota (1-0), no Estádio do Dragão, na estreia, e de um empate com o também "aflito" Paços de Ferreira, Lito Vidigal deu um "pontapé" na crise de resultados do Belenenses, com dois triunfos seguidos (Gil Vicente e Vitória de Guimarães), que voltaram a devolver esperança às hostes belenenses.

O desaire com o Sporting e o empate no Estoril, aliado à fraca prestação dos principais oponentes, adiaram as decisões para a última ronda, mas os lisboetas alcançariam a tão desejada permanência, afastando os "fantasmas" de 2009/10, quando caíram na divisão secundária.
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